Primeiras audiências, com depoimentos e análise de provas, acontecem nos próximos meses
Natália Ponte e Guilherme Longo devem ficar presos até caso ser julgado.
Padrasto e mãe do menino Joaquim são denunciados à Justiça em Ribeirão Preto
O técnico em informática Guilherme Raymo Longo, 28, foi denunciado por homicídio triplamente qualificado.
Em um deles, o homem teria dado dicas sobre seu próprio enterro.
Segundo a investigação, há alguns dias o próprio Joaquim foi até uma agência bancária e contratou um seguro de vida no valor de 30 mil
Homem é suspeito de planejar mortes para parecer duplo homicídio.
Jovem chegou a ser internada em abril após levar paulada na cabeça.
O corpo de Joaquim, acorrentado a árvore pelo pé, estava sobre o de Loanne, amarrado a árvore com uma corda.
Preso há pouco mais de um mês, Longo já teve outros 2 pedidos de liberdade rejeitados.O padrasto é suspeito de matar a criança por sentir ciúme da mãe
Segundo o pai, estudante de enfermagem sonhava em ser bombeira.
Segundo o delegado responsável pelo inquérito, Guilherme Longo tem perfil semelhante ao de um psicopata
Padrasto deve ser indiciado por homicídio e mãe do menino deve ser inocentada.
o padrasto do menino não apresentou novidades em seu depoimento.
Polícia vai iniciar fase de depoimentos sobre o caso nesta quarta-feira (11).
Os laudos já foram emitidos, mas não chegaram ainda à Delegacia de Investigações Gerais de Ribeirão Preto.
A prorrogação da prisão foi pedida pelo delegado Paulo Henrique Martins de Castro
Se a Justiça aceitar o pedido, o casal deve ficar mais 30 dias detido para que a investigação seja concluída.
De acordo com as investigações, o padrasto de Joaquim, Guilherme Longo, comprou cinco ampolas de insulina em uma farmácia.
Castro já havia afirmado que a perícia não encontrou vestígios de uma terceira pessoa no imóvel
Rodrigo Lorran Marins da Silva foi morto no dia 30 de agosto deste ano.
Marcus Tulio Nicolino diz que ainda há muitas questões a serem esclarecidas sobre o crime
No áudio, Guilherme Longo diz a Natália Ponte que não sabe o que aconteceu com a criança. Os dois estão presos preventivamente.
Antônio Carlos de Oliveira, advogado de Guilherme, queria que ele aguardasse as investigações em liberdade.