A defesa de Bruno Fidelis argumenta que, nas mensagens, não houve conotação de ameaça, coação ou constrangimento, e que o suspeito queria esclarecer os fatos.
Ainda de acordo com a PM, a mulher já possui uma medida protetiva contra o homem.
Ele atacou outra passageira dentro de ônibus na Av. Paulista