O caso aconteceu na cidade de Cabeceiras do Piauí.
Na ocasião, a vítima teria batido a cabeça em uma calçada durante as agressões.
Segundo um parente que não quis se identificar, Ágatha estava com a mãe no momento em que a kombi transportava passageiros para dentro da comunidade. A família acusa uma PM como autora do tiro.
O decreto administrativo assinado pelo bispo dom José Carlos foi publicado nesta quinta-feira (19/9)
O caso ocorreu em 2015.
Moradora de Praia Grande, no litoral paulista, diz que agressão a casal e a PM que chamou de 'macaco nojento' foi em legítima defesa. Uma denúncia será feita a corregedoria.
Segundo a PM, o soldado Pedro Paulo da Silva, de sofreu um 'mal súbito' após a prova de corrida de 2.400 metros.
Um exame de corpo de delito feito no Instituto Médico Legal confirmou hematomas no corpo da vítima compatíveis com a denúncia.
A mulher afirma que ela e os outros três suspeitos de participar do crime participaram de investidas criminosas antes de cometer o latrocínio.
Ele foi preso no mês passado por não pagamento de pensão.
Ainda não se sabe qual é a motivação do criminoso, que diz ser PM e ameaça colocar fogo no veículo. O número de reféns também é desconhecido. Três pessoas foram liberadas.
O menino tinha apenas 10 anos
O pai da criança não conseguiu encontrar o garoto após uma busca noturna
Otávio Correa dos Santos, de 46 anos, participava da equipe de reforço no patrulhamento da BR-101, na altura da Niterói-Manilha, quando foi baleado
De acordo com a polícia, o menor tinha passagens por infrações análogas ao crime de tráfico de drogas, roubo e receptação
A informação foi confirmada pelo delegado Sérgio Alencar.
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Será aberto um protocolo composto por três exames, dois clínicos e um de imagem.