O ex-coronel é considerado o chefe do crime organizado do Piauí, ele está preso há quase 20 anos na Penitenciária Mista Fontes Ibiapina
Outro agente, também da Polícia Federal, conseguiu fugir após trocar tiros com os criminosos. Caso aconteceu na Favela do Rola, em Santa Cruz.
O ex-policial militar foi localizado numa área rural do estado da Bahia, no município de Esplanada.
Esse é o segundo acusado envolvido no caso que morre.
Em apenas três dias, ao menos três casos envolvendo PMs estão sendo investigados no MA. Coronel diz que os militares ficam em funções administrativas até que tudo seja esclarecido.
A informação refuta a tese de que teria ocorrido legítima defesa. Bruna Lícia e José Willian foram mortos a tiros pelo policial Carlos Eduardo por conta de uma suposta traição.
José Willian dos Santos Silva que era natural de Pastos Bons.
A mulher teria sido atingida por dois disparos e o amante alvejado com cinco tiros no rosto.
Na decisão publicada nesta quinta-feira (12), o juiz observa a ausência de legitimidade da parte do recorrente no presente caso.
O estudante morreu no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), onde estava internado em estado gravíssimo.
Houve confusão e correria com a chegada da Polícia Militar ao local. Baile tinha cerca de 5 mil pessoas, segundo a polícia.
O autor dos disparos deve se apresentar nas próximas horas.
Um policial militar à paisana, lotado no Batalhão de Turismo (BPTUR), estava na parte da frente e também teve o celular subtraído.
Gravação viralizou após especulações de que o policial seria o mesmo que prendeu Ovídio Guzmán, filho do narcotraficante mexicano El Chapo
A polícia acredita em crime por acerto de contas.
Polícia diz que traficantes iam atacar rivais, foram interceptados e houve troca de tiros. Nenhum policial foi baleado e as viaturas que atuaram na ação não têm marcas de tiro.
Criminosos levaram parte de uma carga de dinheiro de uma transportadora de valores.
Até o momento não existe nenhum suspeito da autoria do crime.
A decisão é do juiz Arilton Rosal Falcão Júnior.
O policial afirmou que se levantou, anunciou que era policial e ordenou que o homem largasse a arma. De acordo com o relato do militar, Ronaldo se virou e teria apontado um objeto contra ele.