Somente um dos homens foi apreendido pela polícia; os assaltantes usavam roupas, distintivos e um falso mandado de busca.
Elas foram detidas por 38 dias após serem encontradas drogas em suas bagagens, dando início a uma história de terror.
Os envolvidos foram encaminhados para a Central de Flagrantes para os procedimentos cabíveis.
A polícia encontrou fotos nos celulares apreendidos em que a dupla se exibia mostrando armas de fogo e fardamentos da Polícia Militar.
Eliana Jimenez Dias foi denunciada pelo pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) por homicídio com dolo eventual e por fraude processual.
De acordo com o histórico de denúncias, a servidora pública presa por racismo já havia cometido o crime pelo menos 14 vezes.
A ação, que foi efetuada pela Polícia Civil, através da Delegacia de Polícia de Cocal, ocorreu em um banco da localidade.
A operação contou com a participação de policiais militares e da Força Integrada de Segurança Pública, em colaboração com a Gerência de Polícia do Interio
O evento foi realizado na Escola Municipal Extrema, localizada no bairro Tancredo Nesse e teve a presença do vereador Joaquim Caldas
Foram resgatadas no total, 72 pessoas, pela equipe de bombeiros e por agentes do Grupo de Operações Especiais.
As investigações revelaram que o homicídio foi motivado por vingança, pois o homem tentou incendiar a casa de sua mãe dias antes de sua morte.
A mulher acusada confirmou que colocou veneno de rato no iogurte que ofereceu aos irmãos.
À polícia, a estudante detalhou toda a ação e informou que não conhecia o responsável pelo veículo.
Ela responderá pelos crimes de receptação de veículo automotor e uso de documento falso.
Entre os procedimentos realizados, 102 pessoas foram detidas acusadas de conduzirem veículos sob efeito de álcool ou drogas
Durante uma operação contra o grupo, deflagrada em 8 de junho, ela era a única integrante que ainda não havia sido detida.
Apurações apontam que após os crimes, a mulher teria fugido para o estado potiguar para se esconder das autoridades cearenses.
A jovem estava saindo da escola quando foi atacada e, para se proteger, correu e buscou abrigo em uma academia.
A Prefeitura de Sorocaba informou que a corregedoria municipal instaurou uma sindicância para investigar a denúncia envolvendo o CEI 7.
A mulher de 58 anos que foi resgatada, afirmou que só queria ver os filhos de novo.
A mulher confessou o crime, e segundo ela, colocou chumbinho na comida do marido para matá-lo.
Segundo o registro, a suspeita inicialmente ignorou as instruções dadas pelos policiais e posteriormente começou a proferir insultos e afirmou "ter parentes policiais".
Após o cumprimento da prisão, a detida foi conduzida à Central de Flagrantes de Parnaíba para a adoção dos procedimentos legais.
Lívia estava lá pela primeira vez naquele dia e participava de um treinamento quando foi detida por engano.
O material ilícito teria como destino a cidade de Parnaíba e seria entregue a membros de facções criminosas que atuam no litoral do Piauí