O preso confessou o crime após ser interrogado e alegou ter matado a vítima porque não aceitava o fim do relacionamento.
Marcelo da Costa Nascimento foi atingido com disparos na cabeça e coluna vertebral
Maria Nerci ainda deve responder pelos crimes de coação no curso no processo e fraude processual. Ela teria tentado intimidar testemunhas e alterado a cena do crime.
Após ser detido e encaminhado para a Central de Flagrantes, ele negou a acusação de estupro contra a menor.
Segundo informações do major Felipe, comandante do 4º BPM, R.E.S. é suspeito de praticar cinco mortes, entre homicídios e latrocínios, em 60 dias.
No dia do crime, Francisco das Chagas chegou em casa embriagado e desferiu golpes de faca no jovem durante uma discussão e Cristiano acabou morrendo a caminho do hospital.
Segundo a Polícia Civil, a denúncia foi feita por uma comissão de vereadores do município.
O veículo estava ocupado por três criminosos e a adolescente, após a colisão, dois dos suspeitos fugiram e adentraram no matagal.
O homem identificado como Francisco de Oliveira, de 70 anos, foi preso na manhã de sábado (20) ao tentar fugir da cidade.
O suspeito, identificado como Miguel Francisco de Oliveira, de 70 anos, era marido da vítima.
A vítima estava dentro de casa, quando foi surpreendida pelos suspeitos que efetuaram vários tiros
O suspeito do crime chegou a ser preso em flagrante no dia crime, mas foi solto
Na ação, os suspeitos agrediram o empresário em sua casa, fizeram “roleta russa” com um revólver apontado para sua cabeça
O suposto abuso teria sido cometido na sala de repouso e foi descoberto após a vítima gritar por socorro.
Um corintiano de 29 anos foi baleado e morreu.
De acordo com a polícia, o foragido embarcaria nesta manhã para o estado de São Paulo.
Ele foi preso durante a Operação Impacto IV, que prendeu sete pessoas em Parnaíba
Rogério dos Santos confessou que, além de executar Patrícia Sá Fortes, de 50 anos, com violência, colocou fogo no corpo da mulher com pneus
A informação foi confirmada nesta quinta-feira (21) pelo delegado Fabrício Nascimento, que investigou o caso
A prisão foi baseada em um erro operacional do Itaú, que teria efetuado um depósito por engano, no valor de R$ 34 milhões.
Adnan Oktar, líder de um culto sexual apocalíptico, pegou 1.075 anos de prisão por 10 crimes