Na lista estão membros do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público Junto ao Tribunal de Contas da União
Os documentos são parte da investigação sobre um suposto esquema ilegal de espionagem liderado por Ramagem durante sua gestão na Abin
Além disso, o deputado afirmou que não tinha conhecimento de qualquer monitoramento clandestino de figuras do Legislativo
A estratégia inclui a realização de eventos políticos, visando consolidar o apoio a Ramagem como o candidato de Bolsonaro no Rio
A PF aponta que Ramagem e Carlos Bolsonaro estão à frente de uma organização criminosa que operava na clandestinidade
Deputado será questionado sobre suposta blindagem do filho do ex-presidente, Flávio Bolsonaro, em caso das "rachadinhas"
Deputados protocolaram uma representação contra o ex-chefe da Abin por quebra de decoro parlamentar, alegando práticas incompatíveis com o mandato
. O depoimento ocorrerá na superintendência da PF no Rio de Janeiro e servidores da Abin também serão ouvidos na próxima semana.
Ramagem terá o apoio do governador Claudio Castro e deve aparecer nas urnas como “Delegado Ramagem”, ou “Ramagem do Bolsonaro”
Ele nomeou espiões a seu serviço em diferentes órgãos.
Deputado Alexandre Ramagem, ex-chefe da Abin, recusa esclarecimentos à PF sobre sistema secreto de monitoramento e se opõe ao envio de informações ao TCU.
Na investigação, a PF diz que Ramagem imprimiu os documentos sigilosos em fevereiro de 2020, período em que ele era diretor da agência.
Busca da Polícia Federal teria ido além do pedido de Moraes, diz agência de inteligência
Ramagem foi convidado pelo Senado para prestar esclarecimentos sobre uso da Abin para espionagem, mas audiência nunca foi marcada
As investigações apontam que o monitoramento ilegal era conduzido por meio da utilização do programa espião First Mile.
A exoneração de ambos ocorreu apenas em outubro do ano passado, quase um ano após a posse do presidente atual, quando foram presos pela PF
A operação realizada nesta quinta-feira (25) investiga possível monitoramento ilegal pela Abin durante o governo de Jair Bolsonaro.
Segundo a PF, "no ano de 2021, foi instaurado inquérito policial federal para apurar suposto tráfico de influência perpetrado pelo sr. Renan Bolsonaro
Suposto esquema espionava GPS de celulares de autoridades e cidadãos comuns sem aval da Justiça
Dados sobre as atividades de Ramagem foram fundamentais para a deflagração da Operação Última Milha pela Polícia Federal em 20 de outubro
O texto atende a uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes
Mendonça era titular da AGU. Ramagem é próximo aos Bolsonaro: ele foi segurança do então candidato na campanha eleitoral.