Proposta é liberar R$ 13 bilhões para os pequenos negócios com condições especiais de juros, pagamento e carência para sustentar os empregos no país
Maioria dos deputados participou da sessão via internet
Projeto conhecido como "coronavoucher" segue para votação na Câmara
Segundo o projeto, o pagamento do auxílio será limitado a duas pessoas da mesma família
A proposta já havia sido aprovada pela Câmara e agora segue para sanção presidencial.
O projeto de decreto legislativo foi aprovado pelos deputados na noite desta quarta-feira
Embora tenha poder simbólico, ação é considerada uma derrota para presidente porque foi aprovada com ajuda de oito senadores de seu próprio partido.
Projeto é da senadora Kátia Abreu (PDT-TO) e tramita na Comissão de Constituição e Justiça
Nesta terça-feira (03), o Senado pode aprovar a lei que proíbe a eutanásia em animais, para controle populacional. Sendo permitido apenas, em caso de doenças graves.
Manente, por sua vez, disse que a proposta pode ser votada até o fim do primeiro semestre de 2020 na Câmara e no Senado.
O pedido é de cassação do mandato parlamentar por ter defendido um novo AI-5 para conter a esquerda, caso haja radicalização.
Plenário já havia aprovado texto-base da PEC nesta terça-feira (22). Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a PEC será promulgada até o dia 19 de novembro.
O projeto é aprovado oito meses após o presidente Jair Bolsonaro (PSL) enviar a PEC ao Congresso
Discussão durou cerca de quatro horas. Votação em segundo turno deve acontecer na próxima semana.
No dia 4 de setembro, a CCJ do Senado já havia aprovado um primeiro relatório sobre a reforma
Com a aprovação do Senado, Aras ficará no cargo pelos próximos dois anos.
No plenário, a proposta será submetida a dois turnos de votação e só será aprovada se tiver os votos de pelo menos 49 dos 81 senadores nos dois turnos.
Número representa mais da metade de todos os senadores, sendo que 15 deles se manifestarão apenas quando proposta entrar formalmente na Casa
O objetivo do Projeto é facilitar o acesso ao atendimento prioritário dos serviços públicos e privados em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social.
Com a decisão, o texto seguirá para análise da Câmara dos Deputados