O filho do casal, de quatro meses, estava no quarto
A vítima afirmou não lembrar do ocorrido
O vigia do estabeelcimento, por sorte, não foi atingido.
A empresa, uma multinacional presente em cerca de 34 mil cidades, garante que estes casos são raros.
Segundo a Polícia Civil, após bater na filha, o auxiliar de serviços gerais se matou no banheiro do imóvel.
Ela foi escolhida ainda para representar e discursar em nome das 29 homenageadas na solenidade
A costureira Sheila Ramos do Nascimento, de 59 anos, sofreu um grande acidente
Tudo começou quando Fernando sentou no sofá com Francieli para explicar os motivos de ter votado na sister no paredão de domingo.
Qual o segredo da longevidade? Por mais avançada que a medicina esteja, ainda não há uma receita exata.
Por ser a maior classe de animais no mundo, não é difícil encontrá-los por ai. Confira abaixo as imagens mais fofas de répteis.
O vídeo começa mostrando Hsiao tentando alimentar o menino. Quando ele se recusa a comer, ela arrasta-o para fora do sofá e o joga no chão.
Vizinhos fizeram denúncia e tiveram que segurar a mulher até a chegada da polícia
Menino de 3 anos disparou a arma sem querer nesta terça-feira; de acordo com a polícia, havia outras espalhadas pela residência
O ladrão se encondeu dentro do sofá
O caso ocorreu em Parnaiba
Criança de 3 anos morre após bater cabeça no sofá. Patrulha, 21 de Outubro
O incidente foi testemunhado pela família.
Minha Vida
A atriz fez selfie e postou no Instagram a pose em que aparece jogada em um sofá. Depois, deu parabéns à Luiza, que completou 12 anos.
Série para colocar as negras em seu devido lugar
Ainda de acordo com o delegado, o crime foi cometido por motivo fútil
Durante apresentação nesta terça-feira, Marília disse aos jornalistas que não teve intenção de matar o menino
Marília Gomes confessou que assassinou o menino e escondeu o corpo em um sofá
Criança tinha 2 anos e estava desaparecida desde o dia 24 de julho. Por causa da decomposição, não foi possível verificar marcas no corpo.
Festival Latinidades: racismo persiste no Brasil, reforçam ativistas