Investigação reuniu depoimentos, prints de conversas e áudios em que o suspeito teria confessado o crime; Justiça do Maranhão decretou prisão preventiva do investigado
A prisão foi realizada na tarde dessa segunda-feira (6). Os abusos ocorreram no fim de setembro, após o suspeito levar a vítima a uma cachoeira
Vizinhos ouviram gritos e decidiram entrar na casa, onde encontraram a adolescente chorando, muito assustada e sem roupas, na presença do pai
Vítima disse que para mãe que foi abusada três vezes, quando passou fins de semana com o pai, de 42 anos
Segundo o delegado do caso a própria filha relatou os abusos à mãe. Quando questionava o marido, no entanto, ele negava as acusações e dizia que a menina estava mentindo
Segundo a Polícia Civil, o homem também já havia sido indiciado por crimes como feminicídio, tráfico de drogas, furto em veículo, crueldade contra animais e lesão corporal.
Cerca de 40 pessoas se reuniram, invadiram o local e agrediram Marco Jacob até a morte. Sua loja e carro também foram destruídos.
Segundo a mãe, os crimes teriam começado quando a vítima tinha cerca de três anos de idade.
Seu método envolvia tortura e mutilação, e suas vítimas eram frequentemente encontradas com sinais de brutalidade excessiva
Conforme a Polícia Militar da cidade, o veículo vinha de Juazeiro da Bahia, com destino ao município.
Segundo o delegado-titular de Paulistana, o investigado está à disposição da Justiça e deve passar por audiência de custódia.
A polícia também realizou uma busca na residência do acusado, apreendendo seu celular para auxiliar nas investigações.
A vítima era sobrinha da companheira do abusador. A ação ocorreu em virtude ao cumprimento de mandado de prisão.
O crime veio à tona após a mãe da vítima desconfiar do comportamento estranho da filha, que estava evitando sair com o pai.
A morte da menina foi registrada no último dia 9, após ela ser considerada desaparecida pelos familiares, o primo da vítima é acusado do crime
As vítimas denunciaram os crimes à mãe que procurou a polícia.
As equipes de investigação logo descobriram que o tio da vítima tinha uma proximidade com a mesma e que, durante a madrugada, havia ido à residência da família para buscá-la
Dos sete agentes, três foram acusados de praticarem estupro coletivo contra uma mulher em um apartamento.
Três mulheres denunciaram o funcionário; homem trabalhava em empresa terceirizada que presta serviços em terminal aeroviário de Recife.
De acordo com a Polícia Civil da Bahia, o rapaz confessou o crime e mostrou onde estavam escondidos os objetos usados nas agressões.
Segundo a Polícia Civil, Jhonny ainda perseguia a vítima diariamente em locais públicos.
A menina escreveu a frase em um diário com uma caneta de tinta invisível que só pode ser vista sob uma luz específica
Um dia após a vítima prestar depoimento à polícia, o homem tentou fugir, mas acabou sendo capturado
As vítimas são primas do jovem, e atualmente têm 16 e 20 anos, mas na época em que o crime ocorreu as duas jovens eram menores de idade
De acordo com o delegado José Mascarenhas Perez, titular da unidade, a morte se deu devido a uma penetração nas partes íntimas da criança.