Os relatos dão conta que a vítima chegou em uma loja correndo após está sendo perseguida por dois homens
De acordo com a Polícia Militar (PM), homem preso tem esquizofrenia e disse que cometeu o crime a mando de uma entidade.
Vereador mostrou o material para contestar as informações fornecidas à polícia pelo porteiro do condomínio
Mariana Bazza, de 19 anos, foi assassinada depois de sair da academia. Principal suspeito, que está preso, é homem que a ajudou a trocar o pneu do carro.
O suspeito, de 44 anos e identificado pela imprensa espanhola como José Luis Abet Lafuente, estava em processo de divórcio.
Ela foi morta por asfixia com uma almofada.
De acordo com a polícia Civil, três pessoas são suspeitas de terem participado do assassinato do jovem atleta, entre eles estão Lucas Felipe, Anderson Carvalho que já foram presos e Wagner Dávio que ainda está foragido.
Produções que te farão ter pesadelos
Outras duas pessoas identificadas como Yasmin Abreu Rocha e Sanatiel Abreu Rocha, envolvidas no caso já haviam sido presas.
O comerciante atirou 13 vezes nas vítimas porque não aceitava o namoro da Isabela Tibcherani com Rafael.
Os dois já haviam se enfrentado ontem, mas não ao vivo
Esquadrão da morte da polícia do Quênia usa rede social para identificar jovens que acreditam ser membros de gangues, segundo moradores de Nairóbi.
Sargento da Polícia Militar reformado e o ex-PM responderão à ação penal por duplo homicídio triplamente qualificado.
Os investigadores identificaram, a partir de uma análise telemática, que Lessa tinha "obsessão" por militantes de esquerda.
Força-tarefa afirma que o policial reformado Ronnie Lessa atirou contra a vereadora e que o ex-militar Élcio Vieira de Queiroz dirigia o carro que perseguiu Marielle. Crimes completam um ano nesta quinta-feira (14).
São 4.254 homicídios dolosos de mulheres em 2018, uma queda de 6,7% em relação a 2017. Apesar disso, houve um aumento de 8,4% no número de registros de feminicídios.
Não existia uma pessoa ferida para justificar o que estava acontecendo ali, bem diante dos olhos das pessoas.
O narcotraficante era um dos mais procurados pela polícia do Brasil e do Paraguai.
Número de denúncias contra paramilitares na cidade já é maior do que contra o tráfico. Criadas sob aplausos de governantes, elas lucram sem serem incomodados.
Robson Luciano de Aguiar Vallim se entregou à polícia e confessou o crime.
Após a instalação, ela recebeu telefonemas de testemunhas.