Em palestra na Europa, ex-governador fez sua primeira aparição desde de 2022
Lula não está sozinho em sua reclamação de que a política monetária do Banco Central não está contribuindo para a recuperação da economia do país
No acumulado do ano, o IPCA apresenta alta de 2,72%, enquanto nos últimos 12 meses a variação foi de 4,18%.
A expectativa é de que taxa do contrato DI para janeiro caia até 2027
No acumulado do ano, a produção ainda está com uma queda de 0,4%, e no acumulado dos últimos 12 meses, permanece estável.
É estimada uma redução de até R$ 0,30 no preço da gasolina.
Ministra participou de audiência e respondeu perguntas dos senadores.
Atual secretário-executivo do Ministério da Fazenda fez carreira no mercado financeiro e é o 'braço direito' do ministro.
Uma das principais mudanças é a transferência da regulação do modelo-padrão dos cheques para as instituições financeiras
Embora reconheça a autonomia do Banco Central, Lula argumentou que, como presidente, deve ter o direito de questionar a política monetária adotada pela entidade.
Durante o encontro, foi exposto um panorama nacional do sistema habitacional no país e destacadas as novidades do MCMV, a exemplo do retorno da Faixa 1 e construção de moradias.
O presidente deixou claro que o Governo Federal aplicará medidas para viabilizar veículos mais baratos ao país.
Esta é a primeira decisão do Banco Central após a apresentação do novo arcabouço fiscal pelo governo Lula
Durante a sua fala, o presidente falou sobre o combate às fake news, os atos antidemocráticos, igualdade salarial e a taxa de juros.
Mesmo diante de evidências de que o cenário econômico comporta taxas de juros satisfatórias ao crescimento do país, o presidente do BC, insiste em manter patamar elevado.
Ministro afirmou que vai analisar os argumentos da União sobre o caso.
Ainda durante a audiência, Campos disse que existe uma tendência de queda estrutural na taxa de juros do país.
O encontro ocorrerá na sala 19 da Ala Alexandre Costa, no Senado Federal, a partir das 9h, e será aberto à participação.
Governo trava batalha com Banco Central, hoje independente, para reduzir juro básico e aquecer economia. BC vê risco de alta da inflação, e já indica que queda da Selic pode demorar a acontecer
O painel de discussões com Campos Neto e Haddad está previsto para o próximo dia 27 de abril. Informações de bastidores dão conta de que os governistas querem 'colocar contra a parede' o presidente do BC.
Na ocasião, o Reitor pontuou que as questões de segurança enfrentadas na UFPI, aliadas ao fato de o Campus de Teresina ser aberto
Presidente do Banco Central respondeu declaração do presidente do Senado que afirmou que os juros no Brasil deveriam cair imediatamente
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que tem sido criticado pelo governo e pelo PT por não reduzir a taxa de juros, estava presente na plateia
Cláudio Castro defende a redução na taxa de juros para que o Brasil volte a crescer.
Ministro Wellington Dias recebeu o diretor-geral da Agência de Desenvolvimento Habitacional do estado para tratar de estratégias de moradia social