Imunizante está na fase três de testes na Índia e depende de aprovação da Anvisa para uso no Brasil.
Pedido foi feito pela Fiocruz. Importação é considerada excepcional porque o imunizante ainda não foi submetido à autorização de uso emergencial ou registro sanitário.
Países estão usando as vacinas da Pfizer/BioNTech, Moderna, Sputnik V, Sinovac e Sinopharm.
Os fabricantes de medicamentos esperam obter os registros necessários na Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Outros produtos estão na lista publicada pela Receita, entre eles medicamentos à base de Cloroquina, Azitromicina e kits de teste para detecção de Covid-19.
Esta é a segunda vacina aprovada pelos britânicos; a primeira foi a da Pfizer.
Margareth Dalcolmo, que também é pesquisadora da Fiocruz, afirma que tais cuidados "são medidas civilizatórias"
Carga com doses da vacina contra o coronavírus chegou ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, no fim da manhã desta segunda (28). Até o final de dezembro, Instituto Butantan terá 10,6 milhões de doses.
Medicamento é chamado de AZD7442 Evita que paciente tenha covid-19 Deve ser dado até 8° dia da infecção Registro dos testes foi feito nos EUA Ajuda a prevenir por 6 a 12 meses Pode estar disponível em abril
Previsão inicial de divulgar eficácia do imunizante no dia 15 de dezembro foi adiada para esta quarta-feira (23) e então anúncio foi postergado novamente. Segundo diretor do Butantan, CoronaVac atingiu eficácia superior ao mínimo recomendado pela OMS.
O produto estaria sendo ofertado por cerca de R$ 50, com R$ 10 adicionais para aplicação
O monitoramento é feito pela Universidade de Oxford, no Reino Unido
As afirmações foram feitas originalmente em uma postagem do Facebook que atingiu mais de 22 mil compartilhamentos
A CoronaVac está na terceira fase de testes e sua eficácia precisa ser comprovada antes da liberação pela Anvisa.
A decisão foi dada em uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Vacinação no Brasil deve ser concluída em 16 meses – quatro meses para vacinar grupos prioritários e 12 meses para imunizar a "população em geral".
"Eu não vou tomar vacina e ponto final. Minha vida está em risco? O problema é meu", disse o presidente.
A informação foi entregue ao STF pela Advocacia-Geral da União (AGU) em resposta a um pedido do ministro Ricardo Lewandowski
Especialistas criticam atitude, afirmando que a burocracia dificulta o acesso à vacina.
A análise foi feita com 22.714 participantes
Os EUA começaram sua campanha de vacinação nesta segunda, após a aprovação do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) no domingo (13).
Previsão inicial era de que documentos fossem entregues à Agência até dia 15 de dezembro. Dados sobre eficácia da vacina e demais informações a respeito dos testes feitos no Brasil devem ser enviado no dia 23.
Conselho aponta omissão do governo Jair Bolsonaro em razão da demora em fornecer um plano definitivo nacional de imunização.