Na investigação, nada indica que os jovens mortos eram faccionados. Eles não tinham antecedentes
O réu foi a um bar e, após uma discussão sobre desavenças políticas que resultaram em agressões físicas, ameaçou o vice-prefeito e um amigo com um "tiro de doze".
A Polícia Militar informou que o homem morto pelo PM é irmão do proprietário do bar e que não foi reconhecido na entrada do local
A Justiça aceitou o pedido do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e tornou réu o policial militar Maicon de Oliveira Santos, de 35 anos.
A operação no depósito foi realizada com o apoio da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA).
Além disso, de acordo com as autoridades, um celular e cerca de R$ 64,00 em espécie foram apreendidos.
Mulher foi encontrada pelo irmão dentro de seu próprio carro; a advogada possuía marcas de espancamento.
Segundo as primeiras informações, ele estava acompanhado do irmão, Jorge Tavares, que também foi morto.
No cenário político, casos de assassinatos ganham uma repercussão ainda maior, levantando questionamentos sobre possíveis motivações políticas por trás das ocorrências.
Vítima teria sofrido espancamento além dos disparos; DHPP investiga o caso
Ela teria tentado roubar a bicicleta da vítima, que reagiu, e acabou sendo golpeada na região do pescoço
O local foi isolado e a perícia criminal acionada para realizar os procedimentos necessários. Em seguida, o Instituto de Medicina Legal (IML) fez a remoção do corpo
O homem estava acompanhado por sua companheira na motocicleta, mas ela conseguiu escapar dos tiros e fugir do local.
Pelas imagens, gravadas por clientes durante a confusão, mostra Leony e seu amigo Rafael Rondi de Moraes, de 39 anos, envolvidos em uma luta corporal com um homem
O delegado Tales Gomes relatou à Rede Meio Norte que Matheus Alencar chorou no momento da prisão
Ele cometeu o feminicídio e se matou em seguida na noite de sábado (29) no bairro Ocian.
Felipe Augusto Cancellas, policial militar, é apontado pelas investigações do Ministério Público e da Polícia Civil como o responsável pelos disparos.
Além de Thiago, Bruno Tonini Moura também foi baleado e socorrido, mas ainda não há informações sobre o estado de saúde dele.
Além do depoimento de como teria acontecido a confusão que acabou com o filho do presidente do TJ-PI baleado, Jefferson afirmou que não é faccionado e que trabalha como servente de pedreiro.
A vítima teria sido morta com pelo menos sete disparos. A motivação do crime ainda é desconhecida
Decisão ressaltou ‘necessidade de resguardar a segurança’ de Edgar de Oliveira, que teve prisão convertida em temporária.
De acordo com o delegado, ao descerem do veículo, os criminosos falaram: ‘perdeu, perdeu’, antes de efetuarem os disparos.
Sete pessoas foram assassinadas em um bar na tarde de terça-feira (21).
O crime aconteceu nas proximidades do bar Presa de Ouro, onde acontecia uma festa carnavalesca, na Vila Irmã Dulce, zona Sul de Teresina.