Chanceler sírio denunciou a 'interferência regional e internacional' em seu país, que, segundo ele, tem como objetivo 'dividir” a região'
Presidente da Bolívia, Luis Arce, fez pronunciamento destituindo chefes das Forças Armadas; novo comandante desmobilizou tanques e militares.
O ataque tinha como alvo uma grande multidão que expressava apoio ao presidente Juan Perón e que estava adjacente à Casa Rosada, a sede oficial do governo.
A Ucrânia vem recebendo apoio militar, ajuda humanitária e manifestações de aliança de diversas partes do mundo.
Força Aérea argentina disparou rajadas de fuzis e arremessou bombas contra populares que ocupavam as ruas em apoio ao presidente Juan Perón
Combatentes foram usados até para proteger o Papa
Maranhão enxergou na derrota as digitais de Cunha
Ataque aconteceu na semana passada em Bentiu por tropas de ex-vice
Militares russos entraram no Centro de Operações de Informação da Ucrânia
A batalha começou na sexta-feira (22) quando centenas de rebeldes e jihadistas atacaram barreiras e posições do regime em pelo menos 5 áreas de Ghouta
A Missão das Nações Unidas confirmou, sem equívocos e objetivamente, que armas químicas foram usadas na Síria”, diz o comunicado de Ban Ki-moon.
Seis vítimas, entre elas duas crianças, foram atingidas por bombardeios nas áreas de Al Maadi.
Violência continua após um mês da fracassada trégua imposta pela ONU.
As tropas leais ao regime foram expulsas da capital na semana passada em uma ofensiva coordenada com ataques aéreos da Otan
Rebeldes estendem ultimato e Kadafi diz que não se renderá
Combatente rebelde é fotografado dentro de quarto no luxuoso avião
. Ao mesmo tempo, violentos confrontos explodiram nos arredores do quartel-general de Kadafi e em outras partes da cidade
Após seis meses de rebelião, a guerra civil parece ter entrado numa fase decisiva
A França foi o primeiro país a lançar ataques aéreos contra tropas leais a Gaddafi em março
EUA veem Irã como fator para permanência de soldados no Iraque
O uso do estupro como arma de guerra tem recebido crescente atenção da ONU.
Otan aceita assumir o comando das operações militares na Líbia; Trípoli e Sirte sob bombardeio
Os bombardeios seriam de autoria das forças internacionais dos aliados
A aprovação da resolução era o obstáculo que países citavam para não iniciar uma intervenção na guerra