Sim. O tratamento varia conforme a extensão da alopecia e a resposta de cada paciente. Entre as opções estão medicamentos à base de corticoides, imunoterapias e os chamados inibidores de JAK, uma classe mais recente de medicamentos que tem apresentado bons resultados em alguns casos.
Entretanto, esses remédios costumam ter custo elevado e nem sempre estão disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o que pode dificultar o acesso de muitos pacientes. O acompanhamento com dermatologista é fundamental para definir a melhor estratégia terapêutica.