Além da redução percentual no risco de demência, os participantes consumidores de cafeína apresentaram melhor desempenho em testes de função cerebral. A diferença foi observada especialmente em avaliações de memória e atenção.
Os pesquisadores destacam que a consistência dos dados ao longo de décadas fortalece a associação identificada. No entanto, reforçam que se trata de um estudo observacional.
“O estudo, isoladamente, não pode provar causalidade”, afirmou Yu Zhang, autor principal do trabalho. Segundo ele, os resultados representam a evidência mais robusta até o momento sobre o tema.
Isso significa que outros fatores, além do consumo de café ou chá, podem influenciar os desfechos observados. Por isso, especialistas pedem cautela na interpretação dos dados.