Segundo os pesquisadores, os resultados reforçam a hipótese de que o morango pode atuar como um alimento funcional, auxiliando na prevenção de doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.
“Nosso estudo apoia a ideia de que a fruta pode reduzir riscos cardiometabólicos”, afirma Arpita Basu, investigador principal. “Esses dados fortalecem o conceito de ‘alimento como remédio’ em uma abordagem preventiva de saúde”, acrescenta.
Os cientistas destacam que, apesar de pequena, a fruta concentra compostos bioativos importantes, capazes de oferecer proteção ao organismo.
Além disso, apenas oito unidades de morango já são suficientes para atender à recomendação diária de vitamina C, nutriente essencial para o bom funcionamento do corpo.