Um dos principais desafios da gordura no fígado é que ela costuma permanecer silenciosa nas fases iniciais. Dessa forma, a pessoa pode conviver com a condição sem perceber alterações na saúde, enquanto o acúmulo de gordura e a inflamação avançam. Segundo a hepatologista Fernanda Canedo, a presença de gordura no órgão também pode indicar alterações metabólicas que afetam outras partes do corpo, como coração, vasos sanguíneos, rins e pâncreas.
A especialista destaca que a condição está associada ao aumento do risco de problemas como infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e fibrilação atrial. Por isso, identificar a doença e avaliar a saúde metabólica do paciente são medidas importantes para reduzir possíveis complicações.