Nem todo dia, nem uma vez por semana: saiba a frequência certa para trocar os lençóis da sua cama
- Fatores do dia a dia que exigem trocas mais frequentes
Especialistas alertam que o ideal vai além do semanal; clima, pets e alergias mudam a frequência para garantir bem-estar e saúde.
- Fatores do dia a dia que exigem trocas mais frequentes
Alguns hábitos aumentam a necessidade de lavar os lençóis com maior regularidade. Dormir com animais de estimação, por exemplo, pode trazer pelos, poeira e sujeiras da rua para a cama. Apesar de aconchegante, essa prática exige atenção redobrada com a higiene.
Dividir a cama com alguém que transpira muito também influencia na frequência de troca. A umidade acumulada no tecido favorece o surgimento de mau cheiro e acelera o desgaste da roupa de cama. Nesses casos, esperar uma semana pode ser tempo demais.
Pessoas com alergias respiratórias ou sensibilidade na pele precisam de cuidados extras. A presença de ácaros e poeira tende a agravar sintomas como espirros, coceira e irritações. Manter os tecidos limpos passa a ser uma estratégia de saúde, não apenas de organização.
Algumas medidas simples ajudam a reduzir o problema no dia a dia, como usar capas protetoras no colchão e nos travesseiros. Também vale manter o quarto arejado e evitar deitar com roupas usadas na rua. Pequenos hábitos fazem diferença na qualidade do ambiente.