Em 2024, o estudo rendeu ao grupo o IgNobel, prêmio que celebra pesquisas que primeiro fazem rir e depois pensar. Mais recentemente, pela primeira vez, a técnica foi testada em humanos. 27 voluntários mantiveram o líquido oxigenado no intestino por uma hora sem efeitos adversos graves, exceto por flatulência ocasional.
O próximo passo será testar se o oxigênio realmente é absorvido pelo corpo humano, abrindo caminho para uma nova alternativa de respiração em situações críticas.