Pesquisas recentes têm aprofundado o conhecimento sobre a conexão entre cérebro e coração. Os estudos indicam que emoções intensas ativam circuitos cerebrais responsáveis pelo controle das respostas emocionais e do sistema nervoso simpático.
Como consequência, há aumento da frequência cardíaca, da pressão arterial e alterações relacionadas aos processos inflamatórios e imunológicos do organismo. Exames de neuroimagem também identificaram alterações na comunicação entre regiões cerebrais ligadas às emoções e ao funcionamento do sistema cardiovascular.
Por esse motivo, especialistas afirmam que a origem da síndrome não está propriamente no coração, mas nos mecanismos cerebrais desencadeados pelo estresse extremo.