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Uso de telas e saúde mental: como reduzir e buscar novas atividades - Não é apenas deixar o aparelho de lado

Uso constante de celulares, redes sociais e vídeos pode dificultar a concentração e fazer com que atividades fora do ambiente digital pareçam menos atrativas; veja estratégias para mudar esse hábito. - Não é apenas deixar o aparelho de lado

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Não é apenas deixar o aparelho de lado

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Passar horas no celular, navegar pelas redes sociais e assistir a vídeos por longos períodos já faz parte da rotina de muitas pessoas. Apesar de a tecnologia facilitar a comunicação, o estudo e o entretenimento, o uso excessivo ou problemático das telas pode estar associado a impactos no bem-estar e na saúde mental, principalmente entre adolescentes.

Uma revisão de estudos publicada na revista científica BMC Psychology analisou 50 pesquisas sobre a relação entre o tempo de exposição às telas e a saúde mental de adolescentes. A maior parte dos estudos encontrou associações entre o uso excessivo de telas e problemas relacionados ao bem-estar mental. A pesquisa também apontou uma relação entre o uso de redes sociais e menores níveis de bem-estar psicológico.

Para especialistas, não é apenas a quantidade de horas diante da tela que deve ser observada. Também é importante considerar o que a pessoa faz nesse período, por que utiliza o aparelho e o quanto esse uso interfere na rotina. Por isso, reduzir o tempo de tela não significa apenas deixar o aparelho de lado. É importante também substituir parte desse tempo por outras experiências.

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