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Preso por amputar mãos de mulher 'só parou porque achou que ela tinha morrido'

Após cirurgia de 12 horas, ela teve as mãos reimplantadas. Nesta quinta-feira (7), ela já mexe todos os dedos, segundo familiares.

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  • Evangelista Rocha dos Santos confessou ter atacado Ana Clara com foice, dizendo que parou porque achou que ela tinha morrido.
  • Ronivaldo Rocha dos Santos, namorado de Ana Clara, afirmou não se lembrar do ataque após discussão motivada por dinheiro.
  • Ataque ocorreu em 1º de maio, amputando completamente uma das mãos da vítima e deixando outra semi-amputada.
  • Ana Clara teve as mãos reimplantadas e já mexe todos os dedos após cirurgia de 12 horas.
Namorado e cunhado usaram foice para decepar mãos de mulher em Quixeramobim | Foto: Reprodução
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Evangelista Rocha dos Santos, um dos irmãos presos por tentar matar e decepar as mãos da jovem Ana Clara de Oliveira, em Quixeramobim (CE), confessou que “só parou porque achou que ela tinha morrido”. Já o outro suspeito, Ronivaldo Rocha dos Santos (namorado dela), afirmou que não se lembra do ataque após uma discussão motivada por dinheiro.

Ana Clara de Oliveira | FOTO: Redes Sociais

O CRIME

Um dos irmãos atacou Ana Clara com golpes de foice em 1º de maio, amputando completamente uma das mãos da vítima e deixando outra semi-amputada. Após cirurgia de 12 horas, ela teve as mãos reimplantadas. Nesta quinta-feira (7), ela já mexe todos os dedos, segundo familiares. 

Ronivaldo contou que a discussão com Ana Clara começou porque ela teria havia dinheiro da conta dele para a dela. Conforme o relato, durante a briga, a vítima teria jogado uma pedra contra o carro do companheiro, atingindo o vidro do veículo. O suspeito disse à polícia que, após esse momento, não lembra mais do que aconteceu.

Conforme a polícia, Ronivaldo saiu do local, buscou o irmão e retornou à residência com uma foice. Ele negou ter combinado no carro que a vítima seria atacada daquela forma. 

Já Evangelista confessou ter sido o responsável por golpear Ana Clara com a foice. Em depoimento, ele afirmou que o irmão o incentivava do lado de fora da casa, dizendo: “Mata ela, ela quebrou o vidro do meu carro”. O suspeito também declarou que “já vinha na maldade” e que interrompeu o ataque apenas quando acreditou que Ana Clara estava morta.

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