Após passar por outros países europeus, Mateus decidiu viajar para a Ucrânia com a intenção de ser recrutado para atuar na guerra contra a Rússia. Segundo a mãe, ele se voluntariou para integrar as forças ucranianas em 26 de março deste ano.
Diana Silva afirmou que o filho teria recebido a promessa de uma bonificação pelo recrutamento, além de um bom salário, em um contrato com duração de seis meses. No entanto, de acordo com ela, o jovem encontrou uma realidade diferente ao chegar ao país.
Mateus teria passado por cerca de quatro meses de treinamento e ainda estava em período de experiência quando foi enviado para uma área de combate. Faltavam aproximadamente dois meses para o encerramento do contrato.