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Esposa de vigilante morto em acidente diz que a sensação é de revolta após suspeito ser liberado

Ela afirma que gostaria que a Justiça fosse mais rápida no curso das investigações e que vê o suspeito sendo liberado após prestar depoimento sem admitir os próprios erros é revoltante

Esposa de vigilante morto diz está revoltada | Foto: Reprodução/TV Meio Norte
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Após João Henrique Campelo de Carvalho, de 21 anos, se apresentar na sede da Delegacia de Trânsito para prestar esclarecimentos sobre a morte do vigilante da Polícia Federal, Luciano de Sousa Carvalho, e ser liberado, a esposa da vítima, Camilla Karollyne, disse que o sentimento que fica é o de revolta pelo suspeito ainda não ter admitido seus erros.

Dá um sentimento de revolta porque a gente quer urgência. A gente quer urgência nisso e aí saber que ele foi lá, contou alguma história na defesa dele e não reconheceu os erros imediatamente, disse a viúva.

Ela afirma que deseja que a Justiça seja feita, mas diz acreditar nas investigações que estão sendo conduzidas e que a verdade será provada:

“Mas é um sentimento de revolta. A gente gostaria que a justiça fosse mais rápida, mas eu entendo que tem que ter embasamento de provas e eu acredito porque o delegado me apresentou as provas”, completou.

SUSPEITO É LIBERADO

A defesa de João Henrique, suspeito de atropelar e matar o vigilante, informou que, após prestar depoimento à polícia, ele foi liberado em seguida. O jovem se apresentou à delegacia pouco depois de Camilla dizer, ao vivo para a TV Meio Norte, que gostaria que o investigado sentisse a mesma dor que ela e a família estão enfrentando.

Suspeito de atropelar vigilante é liberado - Foto: Reprodução 

Vale ressaltar que João não foi mantido preso, pois não houve flagrante nem havia mandado de prisão contra o suspeito. No texto, o advogado ainda destacou que o cliente não tinha antecedentes criminais e que está à disposição da autoridade policial e da Justiça para contribuir com as investigações.

A defesa chegou a alegar que o suspeito estaria profundamente abalado com o acidente que vitimou o vigilante.

Ressalta-se que João Henrique encontra-se profundamente abalado com toda a situação. Trata-se de um jovem que jamais se envolveu em qualquer tipo de delito, nunca respondeu a processo e sequer havia estado anteriormente em uma delegacia de polícia. Assim, por orientação técnica e em respeito ao devido processo legal, a defesa limitará suas manifestações aos autos do procedimento, informou o comunicado.

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