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Preso suspeito de matar vigilante da PF atropelado na BR-343 em Teresina

Investigações apontam que suspeitos ingeriu bebidas alcoólicas durante toda a madrugada do dia anterior o acidente; ele foi indiciado por homicídio doloso.

Suspeito de atropelar vigilante é preso em Teresina | Foto: Reprodução
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A Polícia Civil do Piauí prendeu na manhã desta quinta-feira (26) João Henrique Campelo de Carvalho, de 21 anos, suspeito de atropelar e matar o vigilante Luciano de Sousa Carvalho, de 45 anos, em um grave acidente na BR-343 em Teresina. 

O delegado Carlos César, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Trânsito, informou que o suspeito foi indiciado por homicídio doloso qualificado. Ainda de acordo com o delegado, João Henrique fez o uso de álcool durante toda a madrugada no dia do crime e teria dirigido mesmo sob efeito de substâncias.

João Henrique Campelo passou a madrugada bebendo durante toda a noite, no parque exposições, assistindo a uma vaquejada, e as altas horas da madrugada em um bar da Zona Leste, onde também consumiu bebida alcoólica e saiu praticamente pela manhã do local desse restaurante, se dirigindo para sua residência e saindo momentos depois, disse Carlos César. 

O delegado também afirma que ao ser interrogado pela polícia, o suspeito confessou ter ingerido bebidas alcoólicas e dirigido logo em seguida. 

Ele mesmo confessou em seu termo de interrogatório que descansou menos de uma hora, quando voltou a pegar a direção do veículo automotor e minutos depois causou um acidente na BR-343”, completou o delegado.

RELEMBRE O CASO

No dia 7 de março de 2026, Luciano de Sousa Carvalho, de 45 anos, perdeu a vida após se envolver em um grave acidente na BR-343 em Teresina. Na época dos acontecimentos, câmeras de segurança registraram o momento em que um carro em alta velocidade conduzido por João Henrique Campelo de Carvalho, de 21 anos, colidiu com a motocicleta da vítima.

João após o caso prestou depoimento à polícia, mas foi liberado em seguida pois não houve flagrante nem havia mandado de prisão contra o suspeito.

Após o indiciamento e finalização das investigações pela Polícia Civil, o suspeito ainda deve responder na Justiça que irá determinar se João, de fato, será condenado por homicídio doloso.  

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