A primeira etapa é desbloquear o celular, o que pode ser simples com a senha ou exigir ferramentas forenses que exploram falhas de segurança do aparelho. Programas como o Cellebrite UFED tentam contornar bloqueios usando vulnerabilidades específicas de cada modelo — algo mais difícil em dispositivos recentes, como o iPhone 17.
Esse processo funciona, na prática, como um “hackeamento” controlado, realizado por especialistas. As ferramentas são restritas, usadas apenas por peritos e podem custar até US$ 50 mil por ano.