Ainda em maio, o condomínio comunicou a possibilidade de corte no fornecimento de água por suposta inadimplência. No mesmo período, a energia elétrica do apartamento foi interrompida. A Justiça determinou a religação e proibiu novas suspensões enquanto o caso estivesse sob análise.
Em agosto, o síndico convocou uma assembleia para deliberar sobre a expulsão de Daiane. A pauta listava 19 acusações, incluindo exercício irregular da corretagem, existência de marcenaria no imóvel, desrespeito às regras de acesso, constrangimento de funcionários, ameaças a condôminos e exposição do síndico.