Recém-formada, 21 anos e afastada: quem é a PM suspeita de atirar e matar mulher em abordagem
- Investigação em andamento e medidas administrativas
A soldado Yasmin Cursino Ferreira, responsável pelo disparo, afirmou ter reagido a um tapa; as imagens não registram agressão física prévia
- Investigação em andamento e medidas administrativas
O Ministério Público de São Paulo instaurou procedimento próprio para apurar a morte de Thawanna, que não portava arma no momento do ocorrido. Paralelamente, o DHPP conduz a investigação criminal, enquanto a Corregedoria da PM analisa aspectos disciplinares.
A Secretaria da Segurança Pública informou, em nota, que “os policiais envolvidos foram afastados de suas funções e a PM que realizou o disparo teve a arma apreendida”. A pasta reforçou que “toda irregularidade é rigorosamente apurada e punida nas esferas administrativa e criminal”.
O caso também é alvo de Inquérito Policial Militar, que apura a conduta de todos os agentes acionados para apoio na ocorrência. As investigações incluem oitiva de testemunhas, análise das imagens das câmeras corporais e laudos periciais que já integram o conjunto probatório.