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Governo do Piauí envia LDO de 2027 à Alepi com previsão de R$ 22 bilhões

O Governo do Piauí enviou à Alepi a LDO para 2027. Com receita estimada em R$ 22 bilhões, o texto prevê impactos climáticos e econômicos. Confira os detalhes.

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  • O Governo do Piauí encaminhou ao Projeto de Lei nº 46/26 para análise da Comissão de Fiscalização e Controle.
  • A Receita Corrente Líquida estimada para 2027 ultrapassa os R$ 22 bilhões, apontando preocupação com cenário econômico e geopolítico.
  • O governo destaca possíveis impactos sobre câmbio, inflação e taxa de juros, bem como riscos fiscais diante do crescimento moderado das receitas tributárias.
  • Eventos climáticos como seca e estiagem representam riscos significativos às contas públicas estaduais, com estimativa de impacto em R$ 350 milhões e R$ 180 milhões respectivamente.
Palácio de Karnak | Foto: Divulgação
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O Governo do Piauí encaminhou, nesta segunda-feira (4), à Assembleia Legislativa do Estado (Alepi), o Projeto de Lei nº 46/26, que trata das diretrizes orçamentárias para o exercício de 2027. A proposta foi apresentada no pequeno expediente da sessão plenária e segue agora para análise da Comissão de Fiscalização e Controle, Finanças e Tributação.

De acordo com o demonstrativo elaborado pelo Executivo estadual, a Receita Corrente Líquida estimada para 2027 ultrapassa os R$ 22 bilhões. No texto, o governo aponta preocupação com o cenário econômico e geopolítico, destacando possíveis impactos sobre variáveis como câmbio, inflação e taxa de juros.

O documento ressalta que o Estado pode enfrentar riscos fiscais, sobretudo diante da possibilidade de crescimento moderado das receitas tributárias no período. Além disso, o Executivo menciona a continuidade de pressões sobre a gestão fiscal em razão do patamar ainda elevado da taxa básica de juros, mesmo com tendência de queda em relação ao ano anterior.

Outro ponto destacado pelo governo diz respeito aos efeitos de eventos climáticos. Segundo a proposta, fenômenos como seca e estiagem representam riscos significativos às contas públicas estaduais. A estimativa é de impacto de cerca de R$ 350 milhões em casos de seca e de R$ 180 milhões relacionados à estiagem, refletindo a vulnerabilidade do estado às variações climáticas.


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