O bloco reúne países em desenvolvimento como Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Egito, Arábia Saudita, Etiópia, Indonésia e Irã.
O receio de que o presidente Donald Trump intensifique as retaliações ao Brasil fez a bolsa fechar no menor nível em quase três meses
A pesquisa mostra ampla desaprovação de brasileiros às sanções comerciais dos EUA e à interferência de Trump no processo judicial de Bolsonaro
O apoio a uma resposta firme ao governo norte-americano é majoritário: 51,2% defendem a retaliação, com ênfase em medidas de reciprocidade tarifária.
Vários setores da sociedade têm criticado a medida do governo Trump de taxar todos os produtos brasileiros em 50%, incluindo organizações empresariais, de trabalhadores,
A porta-voz ainda comentou que a não interferência nos assuntos de cada país são 'princípios básicos da Carta das Nações Unidas e também normas básicas das relações internacionais'.
O presidente reforçou que não vê sentido na obrigatoriedade de lastrear transações comerciais em dólar, especialmente entre países que possuem acordos bilaterais
Após enxurrada de brasileiros na página, o presidente americano restringiu os comentários em suas postagens.
A China, como principal potência econômica dentro do Brics, lidera iniciativas comerciais do bloco e vem defendendo a ampliação de parcerias baseadas no multilateralismo
A afirmação foi dada após o término da cúpula de líderes do Brics – grupo de países em desenvolvimento – no Museu de Arte Moderna, no Rio de Janeiro
Ex-presidente esperou muito por esse momento. Ele lembra que apoiou Trump quando acusado judicialmente em vários casos nos EUA.
De acordo com o post do presidente nas redes sociais, qualquer nação ligada às 'políticas antiamericanas' do bloco econômico será taxado. 'Não haverá exceções a essa política', ressaltou
O presidente brasileiro voltou a demonstrar preocupação com a situação humanitária na Faixa de Gaza e criticou o Conselho de Segurança da ONU por perda de credibilidade e paralisia
O documento também pede reforma urgente do Conselho de Segurança da ONU e enfatiza o compromisso com acordos climáticos. Confira o texto na íntegra
Entre os presentes estavam o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov
Bandeiras e forcas foram colocadas na altura da Rua Farme de Amoedo, área conhecida como ponto de encontro da comunidade gay da cidade.
Por causa do evento e da presença de líderes estrangeiros, o governo federal autorizou a atuação das Forças Armadas
Durante reunião no Rio de Janeiro, Dilma Rousseff anunciou a adesão da Colômbia e do Uzbequistão ao Banco do Brics, que agora soma 11 países-membros e amplia sua atuação no financiamento ao desenvolvimento sustentável em economias emergentes.
O evento será realizado nos dias 6 e 7 de julho, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas contará com ausências importantes
Deputado estadual Rubens Vieira e o prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel, em parceria forte
A análise está suspensa desde dezembro do ano passado porque o ministro André Mendonça pediu vista dos autos.
Além do reconhecimento oficial, Dilma receberá uma indenização única de R$ 100 mil — o valor máximo permitido pela comissão.
Dilma quer ser declarada anistiada política, em razão da violência que sofreu na ditadura militar
Marcio Pochmann, presidente do órgão, diz que mapa reflete protagonismo do país em blocos, como Brics e Mercosul, e na COP 30
O "mapa do Brics"mantém os parâmetros tradicionais mas muda a forma do espectador enxergar os continentes