A Polícia Civil de São Paulo investiga a possibilidade de que o delator do PCC, Vinicius Lopes Gritzbach, tenha sido monitorado durante seu voo de Maceió para São Paulo.
Os policiais investigados já estavam sendo monitorados pela Corregedoria da Polícia Militar (PM) desde um mês antes do crime
Após o assassinato, os corregedores retomaram as investigações, especialmente após apreender os celulares dos PMs que trabalhavam para ele.
Vinicius Gritzbach respondia a processos por homicídio e lavagem de dinheiro do PCC, segundo o promotor de Justiça Lincoln Gakiya.
Gritzbach havia retornado de uma viagem a Maceió trazendo pelo menos 38 objetos luxuosos.
Novais chegou a passar por cirurgias no Hospital Geral de Guarulhos, onde foi levado para a UTI.
Ele estava internado em hospital de Guarulhos e não resistiu aos ferimentos, segundo a família e autoridades. No momento do assassinato de empresário, ele levou um tiro nas costas.
Ele era investigado por envolvimento com o PCC e havia firmado um acordo para delatar crimes da facção e de policiais.
Quatro policiais foram contratos por Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, jurado de morte pelo PCC. Eles são investigados pela Polícia Civil e foram afastados de suas funções neste sábado (9).
Ele assinou um acordo com o Ministério Público de São Paulo e entregou supostos esquemas da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
Em uma entrevista concedida em fevereiro, sete meses após deixar a prisão, o empresário apresentou seu apartamento de alto padrão em São Paulo
A leitura da decisão que absolveu o policial gerou grande revolta e emoção entre os familiares que acompanhavam o julgamento
Artista estava no ônibus da banda Hermanos Guerrero, que foi abordado por assaltantes. Ela levou tiros e teve o corpo jogado em uma vala
Vinícius Lopes Gritzbach, réu por lavagem de dinheiro do PCC, foi executado a tiros no Aeroporto de Guarulhos. Ele ajudou a facção a lavar R$ 30 milhões e estava colaborando com o Ministério Público.
Ele estava jurado de morte pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), sendo acusado de desviar R$ 100 milhões da facção criminosa
Pelo menos outras pessoas três pessoas também foram atingidas. A vítima seria o empresário Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, que teria mandado matar dois integrantes do PCC.
O acusado Márcio Pimentel Cunha Nery é integrante de organização criminosa e com histórico de atuação no tráfico de drogas. Ele foi preso na cidade de Guarujá, em São Paulo, nesta sexta-feira (08).
Balas traçantes voltaram a ser usadas nas disputas territoriais entre facções criminosas no Rio de Janeiro nos últimos meses
Segundo o genro da vítima, o tiro foi disparado por outro policial após uma discussão.
Ela compartilhou um registro em que aparece com o rosto e os lábios muito inchados após o procedimento estético
A primeira ocorrência aconteceu pela manhã do sábado (02), onde uma discussão entre irmãos terminou com ambos mortos.
Sem dar chance de reação, o suspeito aponta a arma e dispara várias vezes à queima-roupa contra Gabriel, que cai ao chão, já sem vida.
O suspeito de roubo foi atingido por pelo menos quatro tiros, disparados pelos dois policiais militares, na madrugada deste domingo (03).
Maria de Jesus foi morta com sinais de espancamento e estrangulamento.
Governador do Piauí participou do primeiro encontro entre o presidente e governadores para discutir proposta de unificar sistemas de Segurança e combater o crime organizado