Cármen Lúcia deu o voto decisivo no STF para condenar Bolsonaro por organização criminosa em processo sobre tentativa de golpe de Estado. Saiba mais.
No Supremo Tribunal Federal, não há expectativa de que os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin quebrem recordes de tempo de voto do ministro Luiz Fux
Já há maioria para condenar o tenente-coronel Mauro Cid pelo crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito
Durante o voto, o ministro citou que o ex-ministro participou de um plano que teria como objetivo o assassinato do relator da ação, ministro Alexandre de Moraes
A acusação incluía os crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
De acordo com relatório da equipe que acompanha a saúde dele, Bolsonaro deve passar por um procedimento na pele para remoção de algumas lesões.
Voto de ministro no julgamento desta quarta (10) contradiz a posição dele em março, quando votou pela suspensão parcial do processo contra o deputado
Ministro iniciou sua fala elogiando Moraes pela dedicação como relator. Fux também elogiou o humor do ministro Flávio Dino
Por ordem do ministro Alexandre de Moraes, policiais penais monitoram a entrada da casa de Bolsonaro, em Brasília
Dois ministros já votaram pela condenação: Alexandre de Moraes, relator do caso, e Flávio Dino. Ainda não foram definidas as penas, mas Moraes sugeriu somar as punições
Casa Branca diz que Trump pode usar meios militares para proteger a liberdade de expressão, após pergunta sobre Bolsonaro e STF. Entenda!
Antes, o ministro e relator, Alexandre de Moraes, já havia votado para condenar os 8 réus.
Eduardo Bolsonaro volta a atacar Alexandre de Moraes, incluindo familiares. Nos EUA, busca apoio contra o ministro. Saiba mais sobre a polêmica!
Flávio Dino (STF) vota contra anistia a Bolsonaro e outros réus no processo sobre a tentativa de golpe de Estado em 2023. Veja mais detalhes.
Ministro sustentou que os dois crimes não se confundem no julgamento da trama golpista em que Jair Bolsonaro é réu
O julgamento será retomado nesta tarde, a partir das 15h30, com o voto do ministro Flávio Dino. Ex-presidente e 7 aliados são réus por golpe de Estado e mais 4 crimes.
Ministro ainda mencionou que não é possível normalizar o planejamento do assassinato de um presidente da República
O próprio Bolsonaro já indicou não ter esperanças de absolvição. Em março, disse em entrevista à Folha: “Uma prisão representaria o fim da minha vida”.
, Moraes afirmou que o STF (Supremo Tribunal Federal) já reconheceu que houve uma tentativa de golpe e a discussão nesse julgamento é se os réus participaram de eventuais crimes.
De acordo com aliados próximos, a estratégia é esgotar todas as tentativas de recurso.
Depois de afastar todas as preliminares, relator começou a votar o mérito na ação da chamada 'trama golpista'. Segundo Moraes, não se discute a tentativa de golpe, mas, sim, a autoria.
Relator deu uma bronca nos advogados ao dizer que 'beira a litigância de má-fé' alegar que houve oito depoimentos do delator.
Ex-presidente e sete aliados respondem por cinco crimes e podem ser punidos com até 43 anos de prisão de condenados com a pena máxima
O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, será o primeiro a apresentar seu voto.
A decisão busca reduzir a tensão entre deputados aliados de Bolsonaro e parlamentares governistas