Por ordem do ministro Alexandre de Moraes, policiais penais monitoram a entrada da casa de Bolsonaro, em Brasília
Dois ministros já votaram pela condenação: Alexandre de Moraes, relator do caso, e Flávio Dino. Ainda não foram definidas as penas, mas Moraes sugeriu somar as punições
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Antes, o ministro e relator, Alexandre de Moraes, já havia votado para condenar os 8 réus.
Flávio Dino (STF) vota contra anistia a Bolsonaro e outros réus no processo sobre a tentativa de golpe de Estado em 2023. Veja mais detalhes.
Ministro sustentou que os dois crimes não se confundem no julgamento da trama golpista em que Jair Bolsonaro é réu
O julgamento será retomado nesta tarde, a partir das 15h30, com o voto do ministro Flávio Dino. Ex-presidente e 7 aliados são réus por golpe de Estado e mais 4 crimes.
Ministro ainda mencionou que não é possível normalizar o planejamento do assassinato de um presidente da República
O próprio Bolsonaro já indicou não ter esperanças de absolvição. Em março, disse em entrevista à Folha: “Uma prisão representaria o fim da minha vida”.
, Moraes afirmou que o STF (Supremo Tribunal Federal) já reconheceu que houve uma tentativa de golpe e a discussão nesse julgamento é se os réus participaram de eventuais crimes.
De acordo com aliados próximos, a estratégia é esgotar todas as tentativas de recurso.
Depois de afastar todas as preliminares, relator começou a votar o mérito na ação da chamada 'trama golpista'. Segundo Moraes, não se discute a tentativa de golpe, mas, sim, a autoria.
Ex-presidente e sete aliados respondem por cinco crimes e podem ser punidos com até 43 anos de prisão de condenados com a pena máxima
O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, será o primeiro a apresentar seu voto.
A decisão busca reduzir a tensão entre deputados aliados de Bolsonaro e parlamentares governistas
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A defesa de Bolsonaro solicita a Alexandre de Moraes autorização para que o ex-presidente realize um procedimento dermatológico em hospital de Brasília. Saiba mais.
O procedimento segue as regras legais e regimentais do STF, garantindo direitos constitucionais como contraditório, ampla defesa e devido processo legal.
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A cerimônia contou com a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, do presidente da Câmara, Hugo Motta, e de ministros como Rui Costa (Casa Civil), Ricardo Lewandowski (Justiça) e Marina Silva (Meio Ambiente).
Defensor Andrew Fernandes, que representa Paulo Sérgio Nogueira, enfatizou no STF que seu cliente buscava demover Jair Bolsonaro.
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Ele também antecipou sua posição, mais uma vez, do ponto central do julgamento, ao mencionar que houve uma tentativa de golpe de Estado.