Região da capital francesa registrou mais de 3 mil mortes em junho, com 1.565 óbitos a mais que no mesmo período de 2025
Instituto de Saúde Carlos III registra 1.028 mortes relacionadas ao calor em junho, enquanto a Aemet confirma o primeiro semestre de 2026 como o mais quente da história da Espanha.
Ministra da Saúde afirma que altas temperaturas chegam mais cedo e elevam risco à saúde pública
As chuvas estão cada vez mais intensas e os fenômenos estão interligados pelo aquecimento dos oceanos, é o que explicam especialistas.
Em apenas três dias, as chamas destruíram uma área maior do que todos os incêndios registrados no país durante o verão (no Hemisfério Norte).
O fenômeno foi batizado pela plataforma promeTEO Sevilla, um programa piloto de classificação. Um nome oficial na Espanha: “Zoe”.
Lucas Ferreira explicou que uma das principais diferenças está na umidade do ar. Enquanto no Brasil o calor é mais úmido, o calor europeu é mais seco.
O fenômeno, que durou de 9 a 18 de julho, foi "a que apresentou maior anomalia" de temperatura registrada na Espanha.
As altas temperaturas já causaram mais de mil mortes na Europa. O recorde antecipa calor previsto para o ano de 2050, o aquecimento é a causa.
O pico de mortes ocorreu na quinta-feira (14), segundo o órgão, quando as temperaturas passaram dos 40ºC na maior parte do país
De norte ao sul do continente, termômetros continuam em alta.
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