O motorista por aplicativo Ilko Paulo de Sousa Santos foi preso por estuprar uma vendedora e roubar cerca de R$ 1.500.
A prisão foi feita pelo delegado Matheus Zannata, Superintendente de Operações Integradas da Secretaria de Segurança Pública do Piauí.
Após o crime, ela foi abandonada e socorrida por populares à Casa da Mulher Brasileira. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil do Piauí.
O homem ainda teria tomado o celular da vítima, forçado o desbloqueio do aparelho e realizado uma transferência via Pix no valor de R$ 1.500
Segundo o relato da vítima, o motorista que a levou para a delegacia também iria levá-la para casa, no entanto, durante o trajeto de retorno desviou da rota
De acordo com as investigações, o homem se aproximou da criança quando ela estava indo para a escola
A jovem estava desacordada e alcoolizada, e foi deixada na calçada do apartamento onde mora.
De acordo com a polícia, a jovem foi encontrada coberta por um pano, mas com a calça e calcinha abaixadas até o joelho, em um campo de futebol.
O homem acusado de ter estuprado a jovem foi encaminhado para o sistema prisional do estado de Minas Gerais
Câmeras de segurança flagraram todo o crime. A vítima foi encontrada por populares, seminua, acordada e socorrida.
Walirrane Ramos disse que achou que seria sequestrada e violentada pelo homem, em Goiânia. No bilhete, ele pediu desculpas: ‘Em nenhum momento quis fazer maldade com você’
A vítima ficou sozinha a espera de um motorista por aplicativo e os policiais ofereceram a carona, mas depois teriam violentado a mulher.
Ao chegar na Avenida Antônio Abrahão Caram, o motorista parou o carro em uma rua escura e ordenou que a mulher passasse para o banco da frente.
De acordo com o relato, a jovem foi rendida pelo grupo de homens por volta das 3h de sábado. Ela procurava um lugar para dormir pois queria descansar e aproveitar a piscina da casa no dia seguinte.
Ela relatou que renasceu e chamou de monstro o acusado de cometer o crime
Investigadores apuram se motorista dopou vítima depois de colocar um tipo de pré-anestésico conhecido com 'boa noite, cinderela' na água oferecida a ela.
Clara diz que decidiu não registrar a ocorrência na delegacia