Colisão na BR-316 ocorreu na manhã desta segunda-feira (1º); uma mulher ficou ferida e foi socorrida após a queda da motocicleta
Com o engenheiro, os policiais apreenderam o revólver utilizado no crime, duas pistolas, uma carabina 9 milímetros e um aparelho celular.
A mulher, identificada como Erica Vanessa, conduzia o carro de passeio quando colidiu contra o veículo de carga ao tentar fazer uma ultrapassagem.
Ela apelidou a abelha de Odete, que foi resgatada no quintal de uma casa, em Goiânia. Apesar dos esforços a abelha morreu 24 horas depois da internação.
Os materiais que sinalizavam a interdição da via foram arrastados pela força da água.
A vítima estava como passageira de um dos veículos e teve lesões moderadas na coluna e no rosto.
A vítima ficou no chão sentindo fortes dores enquanto aguardava a chegada de uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
A mulher, não identificada, foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU)
O carro parou no local para prestar os primeiros socorros. Não houve ferimentos graves
Ataques aconteceram em um intervalo de meia hora. Uma delas sofreu ferimentos nas pernas, nádegas e cabeça: 'Eu achei que ia morrer sendo comida viva'.
O motorista do carro não foi identificado e as causas do acidentes estão sendo apuradas
Os três envolvidos estariam consumido entorpecentes momento antes do crime
Um antigo funcionário municipal, abriu fogo funciona como um bloco de escritórios da prefeitura da cidade; assassino morreu no local.
A ciclista estava consciente e queixava-se de dores na cabeça, por conta do impacto.
O bicho da raça pastor belga, usado para trabalho de segurança
Precisamos gerar mulheres negras que se apropriem delas mesmas
O acidente aconteceu na manhã desta quarta-feira (01/07)
De acordo com informações repassadas aos PMs, a motociclista seguia sentido Cocal/Viçosa do Ceará em uma moto modelo pop 100cc
Colisão entre automóvel e caminhão deixa mulher ferida na Frei Serafim
Mulhar ferida na mão esquerda passa bem
Segundo a polícia, depois de uma hora e meia de negociação, o porteiro se entregou
O terror nosso de cada dia: Lélia viva - leia artigo de 1987 sobre a violência no Rio