Índice definido pela ANS é o menor desde a pandemia e valerá para cerca de 7,7 milhões de beneficiários. Apesar disso, custos da assistência médica seguem em alta.
O índice reflete a variação de custos médicos e a inflação, conforme previsto em contrato
É o maior reajuste já aprovado, segundo a série histórica da agência, iniciada em 2000.
O percentual negativo de reajuste não vale para planos de saúde coletivos, como os empresariais, e os por adesão, em que os consumidores contratam em grupo.
Pela legislação, a nova operadora tem a obrigação de manter a rede hospitalar, mas não os laboratórios, nem os médicos.
A maioria das grandes seguradoras de saúde do país vem deixando de vender planos individuais
Teto de reajuste foi definido pela ANS nesta sexta.