A ocorrência aconteceu na manhã desta quarta-feira (23). O suspeito tem 30 anos e não teve a identidade divulgada pela PRF.
Segundo a PM, além de manter a vítima sob abuso e violência, o suspeito também estaria utilizando o local como ponto de venda de drogas.
Durante a abordagem, eles tentaram se livrar de uma pistola.380, com carregador e 11 munições.
Segundo a Delegacia de Campo Maior, o homem estava na localidade tentando se esconder da polícia.
Em um dos casos citados polícia, uma das vítimas foi alvejada com 40 disparos e teve a casa incendiada logo em seguida.
Segundo a investigação da polícia, o grupo é liderado por W.S.B, apontado como o principal mandante das execuções, em retaliação à morte de seu pai.
Segundo a investigação, o grupo é liderado por W.S.B., conhecido como “Leozinho”, apontado como o principal mandante das execuções
Segundo a investigação, o trio é suspeito de causar um prejuízo de mais de R$ 122 milhões ao patrimônio do empresário
Foram presos em flagrante um homem e uma mulher, identificados pelas iniciais L.S.S., de 39 anos, e F.O.B., de 34 anos, suspeitos de tráfico de drogas
O suspeito foi localizado em uma residência particular no Sítio Barro Vermelho, localizado na zona rural de Barbalha, sul do Ceará.
O crime ocorreu em 2014, quando a vítima saía de uma lanchonete e foi abordado por assaltantes em Fortaleza.
Segundo o Grupamento de Policia Militar, também foi apreendido um um revólver calibre .38, carregado com seis munições.
O criminoso tentava assaltar uma idosa, quando o agente presenciou o assalto
A ação foi realizada pelo Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI) e do 5º BPM.
Mesmo em meio a processos e questionamentos, Zambelli segue fiel ao bolsonarismo, ainda que reconheça os desgastes dentro do grupo.
O delegado Mayson Soares relatou que “Marcelão” é natural de Tianguá (CE). Nos últimos anos, o homem constituiu família e levava uma rotina sem levantar suspeitas.
O agente, que tem 27 anos, foi capturado com outras duas pessoas; uma mulher e um homem, que tinha dois mandados de prisão em aberto
Na segunda-feira (24), Bolsonaro afirmou que Zambelli "tirou o mandato" de sua chapa nas eleições de 2022 após caso porte ilegal de arma
Bolsonaro citou o episódio em que a deputada foi flagrada perseguindo um homem armada, em outubro de 2022, em um bairro nobre de São Paulo.
O julgamento segue suspenso por pedido de vista de Nunes Marques, mas Dias Toffoli antecipou o voto, formando assim maioria.
Ministros que já se manifestaram defendem pena de cinco anos de prisão por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal
Processo se refere a episódio de 2022, na véspera da eleição, quando deputada sacou arma e perseguiu homem por ruas de São Paulo
Restam dois votos para que se forme a maioria no Supremo Tribunal Federal
Os votos preveem para Zambelli a pena de 5 anos e 3 meses de prisão, além de 80 dias-multa e a perda do mandato após o trânsito em julgado do processo.
Ministro do STF também defende perda de mandato da deputada; julgamento ocorre no plenário virtual