A Operação Carbono Oculto 86 foi deflagrada em 5 de novembro de 2025, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro estimado em R$ 5 bilhões por meio de postos de combustíveis ligados ao PCC.
Os conectores da placa adulteravam o comando que libera o combustível na bomba. Com esse dispositivo, o consumidor pagava um valor e recebia menos litros do que o indicado no painel
O objetivo da ação foi reforçar a proteção dos direitos do consumidor, garantindo que os produtos atendam às normas de segurança, qualidade e transparência
A fiscalização apreendeu 14 balanças “piratas” sem modelo de aprovação do Inmetro
Os trabalhadores pediram mais segurança e criticaram o aumento indevido no preço dos combustíveis
Foram fiscalizados 51 postos de combustível da capital e 20 depósitos de gás
A adulteração ocorria dentro do terminal de petróleo.
A ação também teve a participação de policiais rodoviários federais de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, junto com um helicóptero fazendo o cerco na residência dos alvos.
A moradora de rua Marlene Bernadete da Silva, foi assassinada
Mais de 100 policiais militares e civis participaram da ação.
O relatório foi apresentado nesta terça-feira na câmara municipal
Secretaria Municipal de Meio Ambiente iniciou a fiscalização para exigir o funcionamento adequado
Justiça suspende contrato e bloqueia bens de prefeito no Piauí
O procon encerrou fiscalização nesta sexta-feira
A aprovação aconteceu nesta quinta-feira na Câmara Municipal