O convênio era para construção de uma galeria pluvial na avenida Davi Campos, zona urbana de Cristino Castro, no valor total de R$ 397.287,02.
Luciana Cristina, suspeita de dopar a menina de 14 anos para que o próprio companheiro a estuprasse, teve a liberdade provisória concedida.
Segundo Corte, serão oferecidas 12 vagas. Previsão é que edital seja publicado ainda neste ano.
Vítima é amiga das filhas da mulher que a dopou para marido estuprá-la. Mulher suspeita de dopá-la foi solta e o marido dela teve a prisão preventiva decretada.
Janot chegou a engatilhar a arma, ficou a menos de dois metros do ministro, mas não conseguiu efetuar o disparo
. Para a realização da obra, foi feito investimento de R$ 2,3 milhões, oriundos de recursos próprios do TJ-PI
Ministros debatem se réus delatores devem apresentar alegações finais antes de réus delatados. Com base na tese, uma condenação na Lava Jato foi anulada.
O pagamento de indenização por danos morais coletivos, estão em valores que vão de R$ 100 mil a R$ 300 mil
Suspeito e comparsa foram presos após realizarem um arrastão no bairro São Pedro
Prédio está em fase de acabamentos finais
Ministério da Educação é o que vai receber o maior valor, R$ 1,99 bilhão
Empresa deve pagar duas indenizações no valor de R$ 1,648,27 e R$ 15 mil reais por danos morais a vítima. Caso foi registrado no bairro Cohab, em 2015.
Os recursos têm como origem uma multa paga pela Petrobras às autoridades brasileiras após um acordo junto ao governo dos Estados Unidos.
Entre as condições da soltura de Márcio Lobão, estão o pagamento de fiança de R$ 5 milhões.
Será no próximo sábado (14), a partir das 10h na sede da APL, localizada na Avenida Miguel Rosa.
Na ação, o MPPI requer ao Poder Judiciário a condenação do ex-prefeito a ressarcir o município de Capitão Gervásio Oliveira
Ela denunciou o irmão dois anos após o abuso sexual, mas foi obrigada pelo pai a retirar a denúncia
Os demais órgãos do Estado, ao terem acesso ao IBIOSeg, poderão fazer somente consulta
O promotor de Justiça Jorge Pessoa aponta na ação uma série de irregularidades cometidas por Vitorino Neto entre 2004 e 2005, período em que esteve à frente do Poder Executivo de João Costa.