Melo também respondeu sobre os pedidos de impeachment que enfrenta internamente no clube e descartou qualquer possibilidade de deixar o comando.
O inquérito investiga irregularidades no contrato de patrocínio firmado entre o clube e a empresa Vai de Bet
Eles também foram denunciados por duas tentativas de assassinato contra quem se feriu por estilhaços.
Três policiais militares que executaram o empresário seguem presos no Presídio Militar Romão Gomes
O inquérito também envolve três membros do PCC ligados a um caso recente: o assassinato de Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, delator do PCC
Gritzbach havia feito uma delação premiada ao Ministério Público, revelando nomes de envolvidos com o PCC, além de acusar policiais de corrupção.
A investigação aponta possível ligação com o assassinato do delator Vinícius Gritzbach em Guarulhos.
Um delegado e quatro policiais civis são alvo de mandados de prisão. Ação reúne dados de diversas investigações sobre a facção, inclusive o homicídio do delator Vinícius Gritzbach.
Polícia Civil investiga empresário suspeito de sonegação fiscal por meio de 188 empresas: Ricardo Magro, dono da Refit.
Matheus já era identificado como alvo pelas autoridades e tinha um mandado de prisão em aberto.
Dois homens foram presos em flagrante por porte ilegal de munições na Zona Leste da capital nesta sexta-feira (6).
assassinato do delator do PCC Vinicius Gritzbach, executado em 8 de novembro no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos,
O crime ocorreu no dia 8 de novembro, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
Cyllas Elia foi delatado à Corregedoria da Polícia Civil pelo empresário Antônio Vinícius Lopes Gritzbach, 38, delator do PCC (Primeiro Comando da Capital) assassinado a tiros no dia 8.
O indivíduo identificado é Matheus Augusto de Castro Mota, que permanece foragido.
A investigação alagoana irá reconstituir o trajeto de Gritzbach no estado, verificar os locais que visitou, com quem se encontrou e se estava sendo monitorado.
A Polícia Civil de São Paulo investiga a possibilidade de que o delator do PCC, Vinicius Lopes Gritzbach, tenha sido monitorado durante seu voo de Maceió para São Paulo.
Os policiais investigados já estavam sendo monitorados pela Corregedoria da Polícia Militar (PM) desde um mês antes do crime
Após o assassinato, os corregedores retomaram as investigações, especialmente após apreender os celulares dos PMs que trabalhavam para ele.
Vinicius Gritzbach respondia a processos por homicídio e lavagem de dinheiro do PCC, segundo o promotor de Justiça Lincoln Gakiya.
Gritzbach havia retornado de uma viagem a Maceió trazendo pelo menos 38 objetos luxuosos.
Ele estava internado em hospital de Guarulhos e não resistiu aos ferimentos, segundo a família e autoridades. No momento do assassinato de empresário, ele levou um tiro nas costas.
Ele era investigado por envolvimento com o PCC e havia firmado um acordo para delatar crimes da facção e de policiais.
Quatro policiais foram contratos por Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, jurado de morte pelo PCC. Eles são investigados pela Polícia Civil e foram afastados de suas funções neste sábado (9).
O tiroteio também deixou três pessoas feridas, sendo duas internadas e uma liberada após atendimento médico