Apesar de a música fazer parte da rotina de praticamente todas as pessoas, Naor explica que existe uma diferença importante entre utilizar uma música para relaxar e fazer musicoterapia.
Segundo ele, a prática envolve três elementos fundamentais: a música, o musicoterapeuta e o paciente.
“Musicoterapia não é simplesmente ouvir música para relaxar. Não é você ouvir ou estudar um instrumento musical com foco em aprender música”, explica.
Também não é necessário saber tocar um instrumento para participar de uma sessão. O profissional pode utilizar diferentes experiências musicais de acordo com as necessidades e características de cada paciente.
A proposta é utilizar a música de maneira planejada e direcionada, dentro de um processo terapêutico.
Essa diferença é especialmente importante quando o assunto é saúde mental. Uma música que provoca sensação de conforto em uma pessoa pode despertar tristeza ou lembranças dolorosas em outra.