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Quando a música também cuida: como a musicoterapia pode contribuir para a saúde mental - Musicoterapia não é simplesmente ouvir música

Em meio às discussões do Setembro Amarelo, especialista explica como a música pode ser utilizada de forma terapêutica no cuidado com a saúde mental - Musicoterapia não é simplesmente ouvir música

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Musicoterapia não é simplesmente ouvir música

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Apesar de a música fazer parte da rotina de praticamente todas as pessoas, Naor explica que existe uma diferença importante entre utilizar uma música para relaxar e fazer musicoterapia.

Segundo ele, a prática envolve três elementos fundamentais: a música, o musicoterapeuta e o paciente.

“Musicoterapia não é simplesmente ouvir música para relaxar. Não é você ouvir ou estudar um instrumento musical com foco em aprender música”, explica.

Também não é necessário saber tocar um instrumento para participar de uma sessão. O profissional pode utilizar diferentes experiências musicais de acordo com as necessidades e características de cada paciente.

A proposta é utilizar a música de maneira planejada e direcionada, dentro de um processo terapêutico.

Essa diferença é especialmente importante quando o assunto é saúde mental. Uma música que provoca sensação de conforto em uma pessoa pode despertar tristeza ou lembranças dolorosas em outra.

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