Não existe uma música universal capaz de produzir o mesmo efeito em todas as pessoas.
Na musicoterapia, existe o conceito de identidade sonora, relacionado às experiências musicais que acompanham a história de cada indivíduo.
Uma música pode estar associada a uma conquista, a uma infância feliz, a uma pessoa querida ou a um momento difícil. Por isso, antes de utilizar determinado estímulo musical, é necessário conhecer o paciente e sua história.
Na prática, isso significa que até uma música considerada “relaxante” pode produzir efeitos completamente diferentes dependendo de quem a escuta.
“Para você ela tem um efeito bom, para mim ela pode ter outro”, explica Naor.
É justamente por isso que, segundo o profissional, a escolha dos estímulos musicais precisa ser conduzida com cuidado.