As experiências relatadas pelo musicoterapeuta ajudam a ampliar uma discussão que ganha força durante o Setembro Amarelo, campanha de conscientização e prevenção do suicídio.
A prevenção não se resume a identificar uma crise. Ela também passa pela construção de redes de apoio, pelo acolhimento e pela possibilidade de falar sobre sofrimento emocional antes que ele se agrave.
Nesse contexto, diferentes formas de cuidado podem fazer parte da rede de apoio de uma pessoa. A musicoterapia pode ser uma delas, quando indicada e conduzida por profissional qualificado.
Mas ela não substitui acompanhamento médico, psicológico ou outros tratamentos de saúde quando necessários. O cuidado deve ser individualizado e, em situações de sofrimento intenso ou risco, a busca por atendimento especializado é fundamental.