Perspectivas para a produção de energia renovável são destaque no último dia da CITER

A Conferência Internacional de Tecnologias das Energias Renováveis (CITER) encerrou nesta quinta-feira (10) com um painel sobre as perspectivas para a produção de energia renovável no Brasil.

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Imagem do último dia o evento, nesta quarta-feira | (Foto: Divulgação)

O Centro de Convenções de Teresina se transformou no epicentro das discussões sobre energias renováveis durante a Conferência Internacional de Tecnologias das Energias Renováveis (CITER), que acontece desde o dia 3 e se estendeu até hoje, reunindo especialistas, acadêmicos e representantes do governo para debater o futuro da produção de energia renovável no país.

No último dia do evento, o painel de diálogo "Perspectivas para a Produção de Energia Renovável", mediado por Antônio Bruno Vasconcelos Leitão, coordenador do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Piauí (UFPI), contou com a participação de figuras proeminentes no cenário energético nacional.

Samuel Lemos, gerente de Relações Governamentais da SPIC Brasil, participou do debate e compartilhou a perspectiva do setor privado sobre as oportunidades e os desafios na expansão das energias renováveis. Ele ressaltou os avanços tecnológicos e os modelos de negócios inovadores adotados pela SPIC Brasil, especialmente no Piauí, e abordou os desafios que precisam ser superados.

Fotos do último dia do evento, nesta quarta-feira (05) (Foto: Divulgação)

“O Brasil possui um enorme potencial de geração de energia, produzindo mais do que consumimos atualmente, mas ainda estamos apenas no começo. O nosso maior desafio, na nossa perspectiva, é determinar se conseguiremos aproveitar plenamente todo esse potencial”, declarou.

Ainda segundo Samuel Lemos, o maior problema no Piauí é a falta de infraestrutura. Ele acredita que é essencial que o estado consiga atrair indústrias interessadas em tornar suas cadeias produtivas mais sustentáveis, reduzindo a emissão de carbono. “Não precisa ser uma indústria de alta tecnologia; pode ser uma indústria de produtos mais tradicionais que consuma a energia que temos potencial de gerar. É assim que haverá impacto social e econômico para as cidades, garantindo que a energia produzida no Piauí seja consumida localmente”, destaca.

A SPIC atua no Piauí desde 2018 e é a maior produtora de energia solar do mundo, além de ser o segundo maior produtor de energia eólica globalmente. No Piauí, a empresa opera o Parque Solar Marangatu, localizado em Brasileira, com uma capacidade instalada de 476 megawatts (MW). Além disso, possui o Parque Eólico Lagoa do Barro, situado em Lagoa do Barro do Piauí, com uma capacidade de aproximadamente 195 MW, distribuída em vários parques.

Esses projetos contribuem significativamente para a matriz energética renovável do estado, promovendo o desenvolvimento econômico e sustentável da região.

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