O ministro afirmou que “essas fraudes não começaram agora, mas terminaram neste governo”. Também disse que o atual governo agiu prontamente para identificar os responsáveis.
A maioria dos requerentes (98,6%) — 473.940 pessoas — afirmou não reconhecer vínculo com as associações responsáveis pelos descontos. Outros 6.720 beneficiários notaram os débitos, mas não finalizaram o pedido de ressarcimento.
A partir desta quarta-feira (14), beneficiários podem consultar as entidades que fizeram descontos indevidos e solicitar a devolução dos recursos
O aposentado ou pensionista que for notificado deverá indicar se autorizou ou não o desconto já na quarta-feira (14).
Campos acredita ter sido alvo de um esquema bilionário de fraudes contra aposentados, investigado pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU)
A participação de congressistas e ministros em encontros fora do país tem sido cada vez mais comum.
O Governo Federal estuda uma parceria para transformar as unidades postais em pontos de atendimento presenciais.
A solicitação foi feita a partir de informações da Controladoria-Geral da União (CGU), que identificou a ligação dos novos envolvidos com o esquema fraudulento.
As investigações da PF e da Controladoria-Geral da União revelam que a prática criminosa teve início em 2019, já no primeiro ano do governo Bolsonaro.
A medida visa garantir a devolução de valores descontados indevidamente de aposentados e pensionistas do INSS.
A decisão não detalha os motivos do bloqueio, nem por quanto tempo a medida permanecerá em vigor.
PDT oficializa saída da base do governo Lula após crise no INSS e demissão de Carlos Lupi do Ministério da Previdência. Partido declara independência, mas não fará oposição
Em 2019, medida provisória do governo Bolsonaro previa autorização anual para associações fizessem descontos em aposentadorias e pensões.
INSS deve apresentar plano de indenização a aposentados ainda nesta semana, diz presidente do órgão.
Segundo a Advocacia-Geral da União, plano para devolver valores descontados indevidamente de aposentados está em fase final de elaboração e será submetido à Casa Civil
A investigação aponta que as irregularidades começaram em 2019, durante a gestão de Jair Bolsonaro, e prosseguiram nos últimos anos.
Presidente licenciado do PDT, Lupi estava desde o início do governo, há dois anos e quatro meses, à frente do ministério que tem o INSS em sua estrutura.
Interlocutores do presidente fazem questão de lembrar que o esquema foi instalado em governos anteriores
O prejuízo estimado pode chegar a R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.
A ministra-chefe substituta da Casa Civil, Miriam Belchior, nomeou o procurador federal Gilberto Waller Júnior para assumir o cargo de presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Atualmente, existem 13 pedidos de CPI para serem analisados já com assinaturas suficientes.
A ministra ressaltou que não há indícios de envolvimento do ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, nas irregularidades, e que ele continuará no cargo.
Governo está empenhando em apurar a fraude que desviou R$ 6,3 bilhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Os beneficiários procuram o órgão para cancelar as mensalidades, medida que aumenta a demanda de trabalho dos servidores e impacta diretamente a fila de espera para atendimento.
Após operação da PF e afastamento do presidente do instituto, ministro lidera a busca por um nome capaz de recuperar a confiança na Previdência