Onda de calor ainda mantém os termômetros elevados no Centro-Oeste e em boa parte do Sudeste.
Tempo seco contribui também para a má qualidade do ar, com os poluentes se concentrando nas camadas mais baixas da atmosfera.
Estão faltando apenas três anos para que se complete o marco histórico da Grande Seca, um fenômeno devastador ocorrido no Nordeste brasileiro entre 1877 e 1879
Em Teresina (PI), a máxima prevista é de 39°C.
O estudo, realizado com o monitor de secas, também indica que a crise climática histórica impacta principalmente o norte e o nordeste do país.
Municípios nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Minas Gerais e Rondônia também enfrentam longo período de ausência de chuvas
Condições de seca tornaram-se mais perceptíveis e frequentes após década de 1990
Em meio a pior seca da história recente do país e de uma onda de calor com altas temperaturas, a umidade do ar evaporou e levou mais de 200 cidades a índices alarmantes
Ao todo, nove estados terão alguma área com 5ºC acima da média até 12 de setembro
Alerta: nova onda de calor começará em 2 de setembro elevando as temperaturas até 5°C acima da média em diversas regiões do Brasil.
Com volta do calor, tempo deve ficar ainda mais seco. Boa parte das capitais devem ter máximas acima dos 30°C até o fim de semana.
Dados exclusivos mostram que de maio a agosto, 16 estados e o Distrito Federal nunca enfrentaram uma estiagem tão severa desde os anos 80.
Apesar da mudança significativa nas temperaturas, o sistema deve ser menos intenso do que o da primeira quinzena de agosto, que causou recordes de frio em diversas capitais.
Esse fenômeno trará ventos gelados, especialmente no início da semana, com segunda, terça e quarta-feira previstos como os dias mais frios
Segundo especialistas, Brasil não conseguiu se recuperar da seca de 2023 e estiagem está mais intensa e extensa pelo país.
O início da semana marca o fim da frente fria que dominou nos últimos dias
O fenômeno chamado de veranico vai continuar durante os últimos dias do outono, que termina em 21 de junho
Acumulados de até 100 mm previstos no norte do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, com risco de enchentes e deslizamento
De acordo com a Climatempo, dois fatores adicionais contribuem para o retorno das precipitações: um fluxo de umidade da Amazônia e condições instáveis na atmosfera
Com afastamento da massa polar, temperaturas voltam a subir no Sudeste e em partes do Centro-Oeste
Além do aumento nas chuvas extremas, o levantamento revela que 3.290 cidades brasileiras têm uma capacidade muito baixa de resposta a desastres climáticos
A meteorologista Andrea Ramos explica que o agravamento dos ventos ocorre devido ao deslocamento de uma frente fria que avança pelo estado
Com a cheia do Rio Marataoan, mais de 1.000 pessoas foram afetadas, tanto na zona urbana como na zona rural
Grande maioria dos casos ocorreu no Sudeste, com o Rio de Janeiro e o Espírito Santo nas primeiras posições
Conforme o Inmet, o alerta laranja, que indica perigo, foi publicado neste sábado (27) e segue até quarta-feia (01)