Índice oficial ficou em 2,6% no mês e acumulou alta de 32,4% em 12 meses, segundo o Indec.
Pesquisa DataFolha revela que juros altos e endividamento afetam o humor e a saúde mental das mulheres
Dólar fecha em queda no menor nível em dois anos e Ibovespa sobe. Confira os impactos das tensões no Oriente Médio e a alta do petróleo no mercado financeiro.
Mercados reagem a dados do IPCA e às incertezas sobre cessar-fogo no Oriente Médio
A moeda americana teve queda de 1,41% e renovou o menor patamar em mais de um ano e meio, cotada em R$ 5,2056
A atenção dos investidores se concentrou nos cenários de juros no Brasil e nos Estados Unidos.
A moeda americana registrou uma queda de 0,99% na semana e uma perda de 7,98% no ano.
O dólar atingiu o maior valor em mais de um ano, a R$ 5,19, enquanto o Ibovespa caiu pela quarta vez consecutiva.
O valor supera o recorde anterior estabelecido no último dia 26 de julho, que era de 122.560 pontos.
A inflação surpreendeu no mês de julho, o que intensificou as especulações sobre um corte mais substancial na taxa básica de juros
O Copom do BC iniciou, nesta terça-feira (01), uma reunião de dois dias para definir o futuro da taxa básica de juros
Ao final do dia, o dólar estava sendo vendido a R$ 4,7276, representando uma redução de 0,46%.
O resultado desta segunda (24) fez a moeda norte-americana acumular quedas de 1,18% no mês e 10,33% no ano.
No fim da sessão, o dólar comercial fechou em queda de 1,19%, a R$ 4,7889, nas mínimas do dia.
A moeda norte-americana recuou 0,90%, vendida a R$ 4,7751, nível que não alcançava desde 3 de junho de 2022.
Por volta das 12h12 (horário de Brasília), a moeda norte-americana estava em queda de 0,96%, sendo cotada a R$ 4,774.
O crescimento da bolsa de valores de São Paulo é reflexo da decisão de manutenção da taxa de juros dos EUA e da alteração de perspectiva de rating do Brasil
A queda foi novamente influenciada pelo teto da dívida nos EUA e a perspectiva de que o Federal Reserve não subirá juros
Cláudio Castro defende a redução na taxa de juros para que o Brasil volte a crescer.
Analistas acreditam que a manutenção dos juros elevados no Brasil e o otimismo em relação ao novo arcabouço fiscal têm limitado a alta do dólar.
A principal forma que os bancos centrais têm de controlar a inflação é a elevação das taxas de juros, o que já vem acontecendo nos EUA.
A moeda norte-americana subiu 3,02%, cotada a R$ 5,3024. Esta é a maior alta diária desde 22 de abril, quando a moeda subiu 4,04%.
No mercado de commodities na manhã desta terça, o preço do barril do petróleo Brent subia 0,85%, a US$ 108,44
Até esta quarta (23), a cotação da moeda dos Estados Unidos acumulava queda de mais de R$ 1 em relação ao pico
Neste ano, o real apresenta a maior valorização frente à divisa americana, quando comparado a outras moedas de países emergentes